terça-feira, 5 de julho de 2011

Minha vida!


 Estava aqui, escutando musiquinhas e pensando em você, quando tocou essa, perfeita, linda e que reflete um pouquinho do que sinto por ti! Te amo!


Eu só quero que você saiba
Que estou pensando em você, agora e sempre mais

Eu só quero que você ouça, a canção que eu fiz pra dizer
Que eu te adoro cada vez mais
E que eu te quero sempre em paz

Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem

Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem

Eu só quero que você caiba no meu colo
Porque eu te adoro cada vez mais

Eu só quero que você siga para onde quiser
Que eu não vou ficar muito atrás
Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem! (Marisa Monte)


Violência Domestica


Resumo
Esta pesquisa buscando uma compreensão sobre a Dificuldade encontrada nos autos indicie de violência, ” surgiu ai um desafio ainda não superado: incluir a Lei Maria da Penha no planejamento governamental enquanto prioridade para assegurar mais recursos no orçamento público dos governos federal, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios”. Mais sabemos também das dificuldades de inserir esta lei, os profissionais não estão aptos a executar programas social, em alguns municípios não existe delegacia da mulher e profissionais capacitados para realizar as intervenções necessária.

Palavras chave
Violação, Lei Maria da penha,prioridades,planejamento, promotoras legais populares, marcha livres, construindo, lutas, mundial, Mulher, Políticas Públicas,violência doméstica,   Seminário, feministas,. Violência ,gênero ,raça. Etnia. Congresso. Delegacia Mulher,Educação,Punição,Tolerância,Qualificação,Socializadas
INTRODUÇÃO

 A violência e um tema importante a ser discutido, debatido e compreendido, por que serve para aprimorar e agregar conhecimentos, promovendo um melhor aperfeiçoamento aos acadêmicos graduado em serviço social. O aprofundamento teórico técnico e pratico para este acadêmico, amplia a visão deste contingente, capaz de melhorar o enfretamento da futura profissão agregando qualidade e precisão junto ao processo de descentralização, nos serviços Enfrentar os desafios, que envolve violência permite renovar, criar melhores compreensões; já que este tem significado social diferentes para vários povos, sendo cabível destacar ainda que os parâmetros sociais sofram alterações conforme o momento histórico vivenciado; e baseando-se neste constante movimento ao qual a vida é submetida é que estudiosos devem analisar situações e circunstâncias de ordens variadas, refletindo e revendo pontos antes não adotados, procurando soluções concretas para os problemas enfrentados pela sociedade do novo milênio.
 “Acho que devem ter políticas publicas voltada principalmente em campanhas de sensibilização iniciados na Educação desde o ensino fundamental” (Assistente Social 1).
Diante da denúncia, a Comissão da OEA publicou o Relatório nº. 54, de 2001, que dentre outras constatações, recomendou a continuidade e o aprofundamento do processo reformatório do sistema legislativo nacional, a fim de mitigar a tolerância estatal à violência doméstica contra a mulher no Brasil.
No dia 7 de agosto de 2006, foi sancionada a lei N.ºLei 11.340, que "cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do § 8º do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; Dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher Processo Penal, Esta lei recebeu o nome de "lei Maria da Penha" como forma de homenagear a mulher, Maria da Penha Fernandes, símbolo da luta contra a violência familiar e doméstica. Em breves linhas, aquela mulher sofreu duas tentativas de homicídio por parte do ex-marido. Primeiro, levou um tiro enquanto dormia, sendo que o agressor alegou que houve uma tentativa de roubo. Em decorrência do tiro, ficou paraplégica. Como se não bastasse, duas semanas depois de regressar do hospital, ainda durante o período de recuperação, Maria da Penha sofreu um segundo atentado contra sua vida: seu ex-marido, sabendo de sua condição, tentou eletrocutá-la enquanto se banhava. A punição do agressor só se deu 19 anos e 6 meses após o ocorrido.
  “Mas aí surgiu um desafio ainda não superado: incluir a Lei Maria da Penha no planejamento governamental enquanto prioridade para assegurar mais recursos no orçamento público dos governos federal, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios” [...] (Assistente Social 5).
Desenvolvimento
A violência contra mulher é condição intersetorial e interdiciplinar, com importante intervenção do poder publico, em meios jurídicos e até policial embora não seja possível  falar de todas as violências as quais são sofridas as mulheres crianças ,etc
. A partir da atuação do movimento de mulheres, comportamentos considerados "naturais" passaram a ser classificados como violência: impedir a mulher de trabalhar fora de casa, negar-lhe a possibilidade de sair só ou de ter amigas, impedi-la de escolher o tipo de roupa que deseja usar, impedir sua participação em atividades sociais, agressões domésticas de pequena importância ou desqualificação e humilhações privadas ou publicas e as relações sexuais forçadas dentro do casamento. A violência contra a mulher é uma expressão abrangente, incluindo diferentes formas de agressão à integridade corporal, psicológica e sexual. Fatos mais graves também foram duramente criticados pelas organizações feministas [...] o problema da violência particularmente vem de vários fatores, como a educação sexual; abuso de poder do mais forte sobre o mais fraco e a banalização da violência em geral.
Essa situação injusta provocou a formalização de denúncia à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA – órgão internacional responsável pelo arquivamento de comunicações decorrentes de violação desses acordos internacionais, pelo Centro pela Justiça pelo Direito Internacional (CEJIL) e pelo Comitê Latino-Americano de Defesa dos Direitos da Mulher (CLADEM), juntamente com a vítima.   
 “Acredito que o trabalho iniciado pela equipe psicossocial é válido, e que, em algumas vezes o resultado é positivo, minimizando assim a violência, entretanto, acredito ser apenas um começo, que ainda precisa de mudanças, complementos, acompanhamentos, e principalmente da vontade das partes (vítima e ofensor) em transformar essa situação de violência” (Assistente Social 4).
“Em Cuiabá, houve a iniciativa de uma juíza, a Dra. Gleide Bispo, em realizar palestras separadas para vítimas e agressores. Atualmente, esta mesma magistrada tem um projeto para realizar palestras educativas com grupos de vítimas e ofensores”. (Assistente Social 5)
O graduando em serviço social no entendimento deste artigo pesquisou que Qualquer ação ou atividade que venha favorecer a erradicação da violência contra a mulher é importante. Porém, as ações não podem acontecer de forma isolada Cabe aos outros poderes disponibilizar recursos e formular políticas públicas sociais para tratar os homens, bem como as vítimas e os demais familiares que sofrem com a violência doméstica. Os encaminhamentos realizados pelas equipes multidisciplinares das Varas de Violência Doméstica.
“Atingem o objetivo no que compete a esta equipe. Neste sentido, há a contribuição para a superação da violência masculina contra a mulher. Porém, é importante ressaltar que essas ações são mínimas, diante da gravidade deste tipo de violência” (Assistente Social 5)..
.Nas últimas décadas, por força das militantes feministas e provavelmente pela constatação das perdas sociais e econômicas, a violência contra a mulher foi incluída na agenda política dos governos e nos acordos internacionais.
A Convenção de Belém do Pará (1994) define "a violência contra a mulher constitui uma violação aos direitos humanos e às liberdades fundamentais e limita total ou parcialmente à mulher o reconhecimento, gozo e exercício de tais direitos e liberdades". (...) "violência contra a mulher é qualquer ação ou conduta, baseada no gênero, que cause morte, dano físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto no âmbito público como no privado".
"Quem de nós poderia dizer que jamais se deparou com uma situação de violência, durante toda a vida pelo fato de ser mulher? Quem nunca ouviu comentários ofensivos na rua, num ônibus ou espaço público? Ou nunca foi assediada no trabalho por alguém que se deu a liberdade de avançar sexualmente sem ter sido convidado? A violência pode ocorrer de maneira ilegal, dissimulada, mas mesmo em suas formas leves ela se baseia na dominação de um gênero sobre outro".
“Para fazer frente às demandas de igualdade de gênero foi criado, em 1983, o primeiro Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo. Em 1985, criou-se a primeira Delegacia de Defesa da Mulher, órgão eminentemente voltado para reprimir a violência contra a mulher” (Massuno, 2002).
Pelas notícias de jornais Dentre as matérias publicadas na época, artigo de Carlos Heitor Cony na revista Fatos e Fotos – Gente, assim descrevia o crime:
Eu vi o corpo da moça estendido no mármore da delegacia de Cabo Frio. Parecia ao mesmo tempo uma criança e boneca enorme quebrada... Mas desde o momento em que vi o seu cadáver tive imensa pena, não dela, boneca quebrada, mas de seu assassino, que aquele instante eu não sabia quem era (grifo meu).
Cony entrevista o delegado Sérgio Paranhos Fleury, que afirma "[...] o único crime respeitável, que não condenaria com rigor, era o passional... Crime passional qualquer um comete, até eu". Cony conclui: "A chamada privação de sentidos provocada pela paixão pode fazer do mais cordial dos homens um assassino"
Os jornais de 1991 indicavam que 22% dos crimes eram motivados por tentativas de separação, ciúme, ou suspeita de adultério. Em 2000, estes mesmos motivos cresceram e foram responsáveis por 28% dos crimes.
Abandonado não se contenta em se vingar da companheira, ele mata também os (as) filhos (as) e eventualmente outras pessoas que tentam detê-lo.
O conteúdo do noticiário mostra uma clara tendência de mudança de linguagem.
Se até a década de 1980 as vítimas eram apresentadas como causadoras de sua própria morte e havia um visível apoio aos assassinos – que seriam "levados" ao crime pela suposta conduta infiel da mulher ou por ela querer romper um relacionamento, na última década do século XX o noticiário se tornou mais investigativo, relativamente neutro e com certa tendência a questionar julgamentos que facilitavam a fuga dos réus. Destaco ainda que o espaço destinado a estas notícias, o local da publicação no jornal assim como aspectos da linguagem, refletem a classe social da vítima e do agressor.
Os programas televisivos, que dramatizam os crimes passionais, estupros seguidos de morte, incesto, trazem uma dupla mensagem: de um lado acusam o criminoso, mas, ao mesmo tempo, romantizam esse tipo de crime. Esses veículos tendem a reproduzir a antiga versão de que a "vítima é responsável por sua morte" e, muitas vezes, ao reiterarem imagens e reconstituições dos supostos fatos exaltam os crimes.
Assim, o noticiário mostra um processo contraditório de mudança: ao mesmo tempo em que não mais se aceita o "matei por amor" noticia-se um incremento nos crimes que tem tais justificativas.
Ao longo das décadas de 1960 e 1970, feministas de classe média, militantes políticas contra a ditadura militar e intelectual foram se somando as sindicalistas e trabalhadoras de diferentes setores. Certamente, unia-as uma visão democrática e igualitária dos direitos da mulher que suplantava diferenças partidárias e ideológicas. Formou-se um vasto movimento unido de mulheres, se consideraram que o inimigo era comum. (É claro que, em contrapartida, o movimento feminino conservador, ligado especialmente à igreja católica e ao movimento militar, também se organizou). Ao movimento feminista se aglutinou uma série de grupos que atuaram cotidianamente a favor dos direitos a melhores condições de vida, pela anistia, pela igualdade de direitos entre homens e mulheres. A formação de entidades voltadas a abrigar mulheres vítimas de violência doméstica não tardou a se formar. Por todo o Brasil grupos de ativistas, voluntárias, procuravam enfrentar todos os tipos de violência: estupros, maus tratos, incestos, perseguição a prostitutas, e infindáveis violações dos direitos humanos de mulheres e meninas. Diferentemente das décadas de 1910 e 1920, agora as denúncias destes crimes escondidos na e pela família tornaram-se públicos. Recebidos inicialmente com descrédito e sarcasmo pela mídia em geral, aos poucos foram reconhecido.
Em seu artigo "Violência, faces e máscaras" CUNHA (2001) ao citar Kahn afirma que "existe uma super exploração dos crimes violentos contra a pessoa, como chacinas, homicídios e sequestros". Esta superexposição estaria influenciando na relação das pessoas, de todas as camadas sociais, e estimulando mais ações violentas.
Hoje, há que se perguntar: em que medida a mudança deste discurso tem representado uma ruptura com as práticas tradicionalmente utilizadas? Até que ponto este discurso se fundamenta em um novo paradigma? Ou seja, o discurso agora assumido tem se convertido em encaminhamentos diferenciados daqueles que já eram dados durante a vigência da Lei 9.099/95? (prisão do agressor, encaminhamento aos Alcoólicos Anônimos. Ou Centro de atenção Psicossocial - CAPS para tratamento do alcoolismo, distribuição de cestas básicas, entre outros). Em que medida os encaminhamentos feitos sob a vigência da Lei Maria da Penha e o entendimento de que o álcool não é causa determinante na violência têm contribuído para a superação da violência contra a mulher?
“Ainda não há políticas públicas direcionadas para atendê-los, o que contamos são com grupos de como AA, entidades filantrópicas, CAPS-AD e Centros de Referencia de Assistência Social dos Municípios”. (Assistente Social 1)
Boletins de ocorrência (BO’s)
Pesquisou-se os (BO’s) nas Delegacias Gerais e não nas Delegacias de Defesa da Mulher pois estas, em razão da competência legal, estavam impedidas de registrar homicídios de mulheres até 1996. A Secretaria de Segurança recebe uma cópia de todos os BOs, mas, ao divulgar suas análises estatísticas, não informa o sexo da vítima, uma grande dificuldade para o conhecimento dos fatos que bem indica a desimportância das relações de gênero e a predominância de uma visão apenas masculina. Foi um longo e penoso trabalho separar, manualmente, dentre os milhares de BOs de 1998, aqueles em que havia vítimas femininas.
Conclusão
Este trabalho é fruto de pesquisa bibliográfica que procurou abordar situações  vivenciadas, refletir sobre  novas demandas sociais, que neste caso é representada pelo reconhecimento e proteção Assim, a Lei Maria da
penha também trouxe ampla proteção à mulher, que passou ser valorizada como cidadã, tendo suas liberdades sexuais, mentais e patrimoniais protegidas por um aparato de mecanismos policiais e judiciais de aplicação imediata e futura. implantação de uma política transversal de gênero para enfrentar a violência.
O enfrentemento da questão da violência se da através de programas e projetos, para consolidar uma política social de atendimento a vitima de violência.
Nos anos anteriores, as mulheres que recorriam às Delegacias em geral sentiam-se ameaçadas ou eram vítimas de incompreensão, machismo e até mesmo de violência sexual. Com a criação das Delegacias de Defesa da Mulher (DDM) o quadro começou a ser alterado. O serviço nas DDMs era e é prestado por mulheres, mas isto não bastava, pois muitas destas profissionais tinham sido socializadas numa cultura machista e agiam de acordo com tais padrões. Foi necessário muito treinamento e conscientização para formar profissionais, mulheres e homens, que entendessem que meninas e mulheres tinham o direito de não aceitar a violência cometida por pais, padrastos, maridos, companheiros e outros. Esta tarefa de reciclagem deve ser permanente, pois os quadros funcionais mudam e também os problemas. levando em consideração que são dados de grandes centro que muitos municípios de pequeno porte não há DDMs e os profissionais que atendem estas queixas não dão as atenção que o problema exige.
“Milhares de brasileiras ainda são vítimas de violências, a cada 15 segundos uma mulher é espancada por seus maridos, companheiros, e, a cada 12 segundos, uma é vítima de ameaça, 23% das brasileiras estão sujeitas a violência doméstica, 1/3 das internações em unidades de emergência é conseqüência da violência doméstica. Para que a Lei seja cumprida e os responsáveis por agressões físicas, sexuais e simbólicas que oprimem, desvalorizam e ferem brutalmente a dignidade das mulheres sejam punidos, é necessário que a mulher tenha a coragem de DENUNCIAR. Jacira Reis “.



Bibliografia consultada:
Schraiber, L.B., D'Oliveira, A. F.L.P. Violência contra mulheres: Interfaces com a Saúde. Interface, Comunicação, Educação, vol. 3, n. 5, 1999

CEPIA. Traduzindo a legislação com a perspectiva de Gênero n. 1. Instrumentos Internacionais de Proteção aos Direitos Humanos. Rio de Janeiro, 1999.

The Right To Live Without Violence. Woman´s Proposals And Actions. Women´s Health Colection / 1 - Latin American And Caribbean Women´S Health Network - 1996)
ALVES, Leonardo Barreto Moreira. O reconhecimento legal do conceito moderno de família: o art. 5º, II e parágrafo único, da Lei nº. 11.340/2006 (Lei Maria da Penha). Jus Navigandi, Teresina, ano 11, n. 1225, 8 nov. 2006. Disponível em: . Acesso em: 22 dez. 2007
CONY, Carlos Heitor em Fatos e Fotos – Gente. Brasília, 22 de outubro de 1979, nº 948, ano XVII. Rio de Janeiro, Bloch Editore.
LAY, Eva Alterman "Direitos humanos e homicídio de mulheres". Projeto de Pesquisa Integrada apoiado pelo CNPq. Concluída em 2003. Ainda não publicada. Resumo dos dados encontra-se na página do NEMGE (www.usp.br/nemge).
MASSUNO, Elizabeth. "Delegacia de Defesa da Mulher: uma resposta à violência de gênero". Em BLAY, Eva A. Igualdade de oportunidades para as mulheres. São Paulo, Humanitas, 2002.
SOUZA, Qualidade de vida urbana: Debates urbanos. 1982. In Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais, XI, 2004, Fortaleza. 1 CD. Remasterizado em digital.

DORNELLES, João Ricardo W. O Que São Direitos Humanos. Coleção Primeiros Passos. São Paulo: Brasiliense, 2007.

CUNHA, Rodrigo. Violência, faces e mascaras. 2001. Disponível em: . Acesso em: 17/11/2008.


, Consultora Jurídica e Motivacional da Mulher, Presidente Fundadora do Instituto de Defesa e Apoio da Mulher –IDEAM” Contatos: (11) 9637-9828 – E.MAIL.: jacirareis@hotmail.com

MUSICA DA MINHA VIDA...

"EU tenho tanto pra lhe falar  
Mas com palavras não sei dizer

Como é grande o meu amor por você!
E não ha nada pra comparar
Para poder lhe explicar:
Como é grande o meu amor por você

Nem mesmo o céu, nem as estrelas
Nem mesmo o mar e o infinito
Não é maior que o meu amor, nem mais bonito

Me desespero a procurar
Alguma forma de lhe falar
Como é grande o meu amor por você

Nunca se esqueça nem um segundo
Que eu tenho o amor maior do mundo
Como é grande o meu amor por você"

Depois de dias difíceis e na eminência de outros cheios de falta de tempo, nada melhor que te lembrar desse enorme sentimento que me acompanha nesses últimos meses.
Falar-te que se em algum momento foi necessário recorrer a balança, as coisas boas superaram de forma espetacular as ruins.
Por isso e por todo o resto, Te Amo! 

A Arte do Palhaço






A arte do palhaço.
É uma das atrações mais marcantes no mundo circo, onde um circo sem palhaço não perde o sentido, mas essencialmente a graça. Sem tirar é claro o mérito das demais modalidades artísticas do circo, o palhaço é acima de tudo a atração maior, o provedor do riso, da descontração, do inesperado, do absurdo lúdico, do real transformado em imaginário, em forma de jeito e trejeitos; do óbvio simples e do decifrável, do desequilíbrio equilibrado, do tudo e do nada, do certo e do errado, do forte e do fraco, do esperto e do bobo, do branco e do preto, do augusto e do pastelão, do começo e do sem fim, do homem e da mulher, da criança , do jovem e do velho, da vida e da morte, da natureza e da arte.

O que seria este mundo de faz-de-conta e fantasias, cujo objetivo maior é levar humor verdadeiro e sincero ?

Nos tempos atuais vimos que por falta de valorização à arte e a cultura, o palhaço foi associado a um sentido pejorativo e sem importância. Quando relembramos a origem do palhaço, observamos o quanto este ser contribuiu para a sociedade de uma forma geral. Desde o tempo das cavernas, onde os nativos para se divertirem, cabriolavam o rosto com carvão para fazerem graça para os outros amigos. Passamos por todos os períodos da história e vemos um ser engraçado deixando sua contribuição para a comunidade, fazendo o que imagino ser o mais difícil e complexo que é arrancar o riso como forma de trabalho.

Quando nos reunimos com os amigos, sempre temos aquela pessoa  alto astral que nos conta piadas e procura deixar o ambiente mais alegre e saudável, fazendo isto de forma espontânea e sem compromisso. Já o palhaço, quando solicitado, se espera algum tipo de graça ou peraltice que por sua vez se tornou sua marca registrada. E é por isso, que costumamos dizer que é mais fácil fazer chorar do que rir.

Quando falamos em palhaço, nossa imaginação viaja no mais amplo horizonte lúdico que é o mundo da criança. Sendo assim, podemos afirmar que o palhaço é a própria face da criança. Criança esta a qual, mantém viva  a hegemonia e a existência do ser mais bizarro da face da terra, que é este palhaço.

Através de brincadeiras engraçadas, os palhaços da Brinquedoteca visam transmitir conceitos muito sérios, que atinjam diretamente, a uma melhor formação educacional da criança. Quando lidamos com crianças, não podemos esquecer que estamos trabalhando com o mais puro ser humano que existe na face da terra, por isso, todo cuidado é pouco quando aplicamos conceitos ou costumes que influenciem direta ou indiretamente na vida das mesmas. Por conta disso todo trabalho é pré-selecionado com toda didática, antes de ser aplicado. Com todos os requisitos cumpridos, o objetivo é levar o que há de mais puro e belo para nossas crianças; tornando assim sua mente rica em conhecimentos e discernimento entre o certo e o errado; trabalho este que surte efeito imediato na vida da criança, tanto no âmbito individual, familiar e social.

Baseado em tudo isto, o Palhaço Pincel traz a tona, as diversas atrações do circo de ontem, hoje e sempre, com as mais divertidas esqueties circenses como:

    *

      Mamãe abelhinha, a bomba, o lixeiro ( ou a aposta), a dona da pensão, histórias de horror como o caderudo ( ou a caçada ), o casamento do palhaço, a luta de boxe, o cumprimento, o sonâmbulo e o viajante de traz pra frente.



No meio a uma tarde de sábado, 19 de Março de  2011, eis que surge uma TruP de Palhaços invadindo a Creche Bom Pastor,com toda animação e amor para distribuir pra todos os lados, o amor comparando a tinta , ficou nas canelas de todo mundo e até nas paredes daquela instituição, foi amor jogado pra todos os lados. Um distribuição de Paz e alegria que se enfrentou nos corredores, quartos e jardim daquela crecher, muita música, muita brincadeira, abraço e uma conversa sem fim. Ver essa TruP de Palhaços iniciantes mostrarem seu potencial de profissionais do plantio do amor ao próximo, foi uma satisfação imensa. É com muito amor e orgulho que declaro oficialmente que o TruPcando em Sonhos de Belo Horizonte está na ativa e preparado para o combate contra todas as variáveis negativas que surgirem na nossa direção, sai pra lá Tristeza que a TruP vai invadir seu mundo. Quanto a doação a creche necessita de leite, segue abaixo mais informações sobre a instituição e como ajudar. ajude-nos a ajudar.

A instituição
A Cras de Vera cruz  utilidade pública, sem fins lucrativos,




A mobilização começou com a idéia de alguns jovens  do Movimento Jovem de fazerem um ato concreto em favor das crianças da Creche. Foi arrecadado brinquedos, roupas e guloseimas para que fossem confeccionadas surpresinhas para as crianças. A iniciativa entre os jovens foi tão positiva que outro grupo promoveu um almoço em uma outra creche, no bairro São Marcos.

O encontro com as crianças foi marcado com muita alegria. Os jovens de caras pintadas como palhaços fizeram brincadeiras e danças que envolveram a atenção dos pequenos, fazendo todos entrarem em clima de brincadeira e agitar.

Após o lanche providenciado pelos jovens foi realizada a entrega dos presentes. Quando cada criança ganhava seu presente seus olhos brilhavam de uma forma muito especial e única. Percebemos Deus se manifestando de forma pura, perfeita e mágica, no rostinho de cada criança.




Uma pirueta, duas piruetas: uma seqüência para crianças pequenas





O circo é sinônimo de diversão, habilidade, magia, e é parte significativa de nossa cultura. Por isso, foi o tema escolhido para trabalhar a diversidade motora de crianças de três centros de educação infantil da capital paulista


Fiz um primeiro encontro para identificar quais seriam as principais necessidades dos grupos, conhecer as crianças e as expectativas das educadoras. Notei características bem semelhantes entre eles, embora houvesse alguma diferença de faixa etária. Sem fugir à regra das crianças nessa idade, encontrei grupos “elétricos”, como disseram suas educadoras, que “gostam de andar e falar”, “adoram se mexer de um lado para outro, subir na mesa e correr pela sala”. Porém, nenhuma das educadoras tinha em mente realizar um trabalho específico com movimento naquele semestre, não havia nada planejado nessa área.

Conversando sobre minha idéia de desenvolver com as crianças uma seqüência de movimentos, as educadoras aprovaram a sugestão. Planejamos então uma seqüência de atividades com as crianças. O principal objetivo era que elas conhecessem suas possibilidades corporais e descobrissem novas formas de se movimentar e de se expressar. Para garantir motivação e interesse ao longo de todo o semestre, a proposta foi criar brincadeiras e atividades que tivessem como contexto o circo.


A criança e o movimento


Desde que a criança nasce seus movimentos medeiam sua relação com as pessoas próximas. Expressam disposições orgânicas e estados de bem ou mal-estar afetivo: abrem e fecham os olhos, abrem a boca, sugam os lábios, se contorcem, agitam pernas e braços, etc. Tão logo acontecem, os movimentos do bebê são interpretados pelos adultos de acordo com os significados que atri­buem a eles. Rapidamente é estabelecida uma relação afetiva entre o bebê e o adulto cuidador, por meio de um diálogo baseado em componentes corporais e expressivos. Desta forma, os movimentos deixam de ser pura descarga impulsiva para tornar-se em expressão, linguagem, que o ser humano vai utilizar pelo resto da vida para se comunicar, para se divertir e solucionar problemas.

O movimento é uma linguagem tão importante quanto qualquer outra, pois, além de ser chave para o desenvolvimento físico e motor e para a manutenção da saúde, favorece a interação das crianças com o meio físico e social, promove novas descobertas em relação ao seu próprio corpo, suas necessidades, capacidades e limites, em relação aos outros e à construção de conhecimentos. É, assim, fundamental para a construção da identidade e autonomia nos primeiros anos de vida.

Objetivos:
A Interação Infantil tem por objetivos:
· Utilizar as diferentes linguagens: corporal, musical, plástica, oral e escrita, etc.;
· Desenvolver uma imagem positiva de si;
· Estabelecer diferentes vínculos afetivos, elevando sua auto estima;
· Desenvolver atitudes de ajuda, colaboração e respeito às diferenças;
· Aprender a conviver, respeitar o outro. Sair do EU para o TODO;
· Expressar emoções, desejos e necessidades;
· Propor e executar problemas e suas soluções.


Avaliação- Observação
A observação das reações expressas pelas crianças, a capacidade de concentração e integração nas atividades, a satisfação de pequenas conquistas, será nosso instrumento de acompanhamento do nosso trabalho e nos ajudará na avaliação e no replanejamento.






Articulação com a comunidade:
O convite as familias para irem nas oficinas pode ser feito sob diversos pretextos, desde a simples participação até a formação  profissional relato ao vivo de um caso jé a participação em alguma atividade para a qual possa ter uma contribuição especial.
. Dessa forma, são aproveitadas as habilidades dos familiares para enriquecer o conhecimento e a vivência na instituição.
Não só nas questões culturais e regionais, podem ser inseridas nas programações por meio da participação dos pais e demais familiares, mas também as


6 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS

·          Valorizar a educação como um instrumento de humanização e de interação social;
·          Estimular o desenvolvimento da criança respeitando seu nível de maturação;
·          Priorizar o aspecto lúdico e as brincadeiras como processo de aprendizagem;
·          Fortalecer a participação dos pais nas atividades escolares;
- Lev S. Vygotsky (1896-1934) , professor e pesquisador foi contemporâneo de Piaget, nasceu e viveu na Rússia. Construiu a teoria chamada  de sócio-interacionista, tendo por base o desenvolvimento do indivíduo como resultado de um processo sócio-histórico, enfatizando o papel da linguagem e da aprendizagem nesse desenvolvimento. Sua questão central é a aquisição de conhecimentos pela interação do sujeito com o meio. O aluno não é tão somente o sujeito da aprendizagem, mas, aquele que aprende junto ao outro o que o seu grupo social produz, tal como: valores, linguagem e o próprio conhecimento.


PRINCÍPIOS EDUCACIONAIS
Esses Movimentos são conhecidas como parte inseparável da sociedade. Buscam o conhecimento do mundo, construindo-o e partilhando idéias. Participam da construção de um universo mais harmonioso. Procuram garantir o que preconiza o Estatuto da Criança e do Adolescente, quanto ao desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade.







quem sou eu:



Se eu morrer antes de você, faça-me um favor. Chore o quanto quiser, mas não brigue com Deus por Ele haver me levado. Se não quiser chorar, não chore. Se não conseguir chorar, não se preocupe. Se tiver vontade de rir, ria. Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão. Se me elogiarem demais, corrija o exagero. Se me criticarem demais, defenda-me. Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam. Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo. Se falarem mais de mim do que de Jesus Cristo, chame a atenção deles. Se sentir saudade e quiser falar comigo, fale com Jesus e eu ouvirei. Espero estar com Ele o suficiente para continuar sendo útil a você, lá onde estiver. E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase : Foi meu amigo, acreditou em mim e me quis mais perto de Deus Aí, então derrame uma lágrima. Eu não estarei presente para enxuga-la, mas não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar. E, vendo-me bem substituído, irei cuidar de minha nova tarefa no céu. Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção de Deus. Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz vendo você olhar para Ele. E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai, aí, sem nenhum véu a separar a gente, vamos viver, em Deus, a amizade que aqui nos preparou para Ele. Você acredita nessas coisas ? Sim??? Então ore para que nós dois vivamos como quem sabe que vai morrer um dia, e que morramos como quem soube viver direito. Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo. Eu não vou estranhar o céu . . . Sabe porque ? Porque... Ser seu amigo já é um pedaço

Sou o JOY LOPES...








Difícil é se descrever, fazer com que palavras definam quem você é, ou deixa de ser.


Não acredito que eu seja ninguém de tão grande importância. Presumo que eu seja como qualquer um, com certos defeitos, porém acompanhado de qualidades.


Posso ser constante, inconstante, ou até mesmo os dois ao mesmo tempo. Em grande parte do tempo, sou previsível, admito. Mas o imprevisível me acompanha de perto, quando necessário.


Consigo ser o bem e mau, o certo e o errado, a tristeza e a felicidade. Eu posso ser tudo, ou simplesmente nada.


Talvez eu seja isso; uma porção de coisas.


Talvez eu venha a envelhecer rápido demais.
Mas lutarei para que cada dia tenha valido a pena.
Talvez eu sofra inúmeras desilusões.
Mas farei que elas percam a importância diante dos gestos de amor que encontrarei. Talvez eu não tenha forças para realizar todos os meus ideais.
Mas jamais irei considerar-me um derrotado.
Talvez eu seja enganado várias vezes.
Mas não deixarei de acreditar que em algum lugar alguém merece a minha confiança. E que os verdadeiros ensinamentos já estão gravados em minha alma.
Talvez eu não tenha motivos para comemorações.
Mas não deixarei de me alegrar com as pequenas conquistas.
Talvez eu não seja exatamente quem gostaria de ser.
Mas passarei a admirar quem eu sou.
Porque no final saberei que, mesmo com incontáveis dúvidas, eu sou capaz de construir uma vida melhor. E, se ainda não me convenci disso, é porque como diz aquele ditado: “Ainda não chegou o fim. Porque no final, não haverá nenhum “talvez”, mais a certeza de que a minha vida valeu a pena e eu fiz o melhor que podia”




Beleza atrai, mas só a qualidade conquista!!!""


Temos que compartilhar e valorizar a amizade que nós temos, superar dificuldades e mostrar que somos vencedores, e dizer quem nos fez "vencedor," somar e multiplicar a harmonia com cada um que conhecemos, ser diferente com as pessoas que conhecemos, mas não querendo ser melhor... Você fazendo Paz, sempre será bem vindo em qualquer lugar... Seja capaz e tenha sempre força de vontade de conquistar o que quiser que seja.


Língua e seus aspectos relevantes de São Tomé e Príncipe.



As línguas existentes em São Tomé e Príncipe são:
·        O Forro,
·        O Angolar,
·        O Tonga,
·        O Monco (línguas locais),
·        e principalmente o português.
                                               
O Forro - O forro (ou são-tomense) é uma língua de origem portuguesa, que se originou da antiga língua falada pela população mestiça e livre das cidades.

O angolar – é outra língua com base portuguesa mas com mais termos de origem bantu. Que foi originada a partir do naufragou de escravos angolanos que conseguiram nadar até a ilha e formar um grupo étnico a parte.

O Tonga - É uma criação com base no português e em outras línguas africanas. É falado pela comunidade descendente dos "serviçais", trabalhadores trazidos sob contrato de outros países africanos, principalmente Angola, Moçambique e Cabo-Verde.

O Monco - A ilha do Príncipe fala principalmente o monco (ou principense), outro crioulo de base portuguesa e com possíveis acréscimos de outras línguas indo-européias.
Outra língua muito falada em Príncipe (e também em São Tomé) é o crioulo cabo-verdiano, trazido pelos milhares de cabo-verdianos que emigraram para o país no século XX para trabalharem na agricultura.

O português são-tomense - O português corrente de São Tomé e Príncipe guardam muitos traços do português arcaico na pronúncia, no léxico e até na construção sintática. Era a língua falada pela população culta, pela classe média e pelos donos de propriedades. Atualmente, é o português falado pela população em geral, enquanto que a classe política e a alta sociedade utilizam o português europeu padrão, muitas vezes aprendido durante os estudos feitos em Portugal.
Recentemente as classes médias e baixas estão usando esta pronúncia, apesar da pronúncia, gramática e sintaxe serem similares aos do português brasileiro.
São Tomé é o terceiro país na ordem de porcentagem de falantes de português (depois de Portugal e Brasil), com mais de 95% da população falando português, e mais de 50% da população usando-a como primeira língua.
Do ponto de vista da ortografia e da gramática, São Tomé e Príncipe segue as regras do português europeu. A 17 de novembro de 2006, São Tomé e Príncipe ratificou o Acordo Ortográfico de 1990 e os dois protocolos modificativos, sendo o terceiro país (após o Brasil e Cabo Verde) a concluir toda a tramitação para a sua entrada em vigor. No entanto, até ao momento, no país continuam a vigorar as normas do Acordo Ortográfico de 1945.